Terminou por volta das 12h20 desta quinta-feira o depoimento de Ivan Rodrigues da Silva, acusado de ter matado o então prefeito de Santo André Celso Daniel, em 2002. O réu foi o primeiro dos três suspeitos que serão ouvidos no Fórum de Itapecerica da Serra. Depois de Ivan, quem fala agora é José Edison da Silva. O outro acusado que será interrogado é Rodolfo Rodrigo dos Santos.
Durante o depoimento, Ivan negou ter participado do sequestro e da morte de Celso Daniel. Segundo o acusado, no dia do crime ele morava no Paraná e estava em casa. Ao ser questionado, Silva não respondeu as perguntas do promotor.
O julgamento, que estava previsto para começar as 9h30, só teve início por volta das 11h30. O atraso ocorreu por conta dos advogados de Itamar Messias dos Santos e Elcyd de Oliveira Brito terem abandonaram o plenário do Fórum. Com isso, o julgamento dos réus foi adiado para o próximo dia 16 de agosto.
Os defensores alegaram que teriam menos tempo de defesa do que a acusação. Como cinco réus seriam julgados, cada um teria direito a 30 minutos de sustentação, enquanto o MP (Ministério Público) terá duas horas e meia. Os advogados já haviam pedido o desmembramento do julgamento na Justiça, mas tiveram o pedido negado pelo juiz e, por isso, resolveram abandonar o júri.
"Quanto há pluralidade de réus, é dada à defesa 2h30 para que ela seja exercida. Então, com cinco réus, esse tempo fracionado é de 30 minutos. A Constituição determina a plenitude da defesa e por essa razão resolvi abandonar a tribuna. Requeri ao juiz que ele deferisse o desmembramento do processo. Ele entendeu por bem indeferir", disse Airton Jacob, advogado de Itamar.
Caso - Celso Daniel foi encontrado morto com oito tiros em uma estrada de terra em Juquitiba, na Região Metropolitana de São Paulo, em janeiro de 2002. Para o promotor Marcio Friggi de Carvalho, o prefeito foi executado porque decidiu dar fim a um esquema de corrupção em sua própria administração.
O principal suspeito, segundo a promotoria, é o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra. Ele seria o mandante do assassinato e teria pago US$ 40 mil aos executores. Seu advogado, Roberto Podval, questiona no Supremo Tribunal Federal a legitimidade do MP para fazer investigações criminais. O júri de Sombra ainda não tem data para acontecer. Ele está em liberdade.
O primeiro julgamento do caso Celso Daniel, em novembro de 2010, levou à condenação de Marcos Roberto Bispo dos Santos, que pegou 18 anos de prisão.
Durante o depoimento, Ivan negou ter participado do sequestro e da morte de Celso Daniel. Segundo o acusado, no dia do crime ele morava no Paraná e estava em casa. Ao ser questionado, Silva não respondeu as perguntas do promotor.
O julgamento, que estava previsto para começar as 9h30, só teve início por volta das 11h30. O atraso ocorreu por conta dos advogados de Itamar Messias dos Santos e Elcyd de Oliveira Brito terem abandonaram o plenário do Fórum. Com isso, o julgamento dos réus foi adiado para o próximo dia 16 de agosto.
Os defensores alegaram que teriam menos tempo de defesa do que a acusação. Como cinco réus seriam julgados, cada um teria direito a 30 minutos de sustentação, enquanto o MP (Ministério Público) terá duas horas e meia. Os advogados já haviam pedido o desmembramento do julgamento na Justiça, mas tiveram o pedido negado pelo juiz e, por isso, resolveram abandonar o júri.
"Quanto há pluralidade de réus, é dada à defesa 2h30 para que ela seja exercida. Então, com cinco réus, esse tempo fracionado é de 30 minutos. A Constituição determina a plenitude da defesa e por essa razão resolvi abandonar a tribuna. Requeri ao juiz que ele deferisse o desmembramento do processo. Ele entendeu por bem indeferir", disse Airton Jacob, advogado de Itamar.
Caso - Celso Daniel foi encontrado morto com oito tiros em uma estrada de terra em Juquitiba, na Região Metropolitana de São Paulo, em janeiro de 2002. Para o promotor Marcio Friggi de Carvalho, o prefeito foi executado porque decidiu dar fim a um esquema de corrupção em sua própria administração.
O principal suspeito, segundo a promotoria, é o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra. Ele seria o mandante do assassinato e teria pago US$ 40 mil aos executores. Seu advogado, Roberto Podval, questiona no Supremo Tribunal Federal a legitimidade do MP para fazer investigações criminais. O júri de Sombra ainda não tem data para acontecer. Ele está em liberdade.
O primeiro julgamento do caso Celso Daniel, em novembro de 2010, levou à condenação de Marcos Roberto Bispo dos Santos, que pegou 18 anos de prisão.

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