Há dois anos, quando o projeto foi anunciado, o custo estimado do
filme era de R$ 6 milhões. No entanto, hoje, o valor seria ainda maior. A
cineasta disse à publicação que a proximidade das eleições também fez
com que ela suspendesse o projeto.Werneck afirmou que a produção procurou várias empresas, mas nenhuma quis investir no projeto. “Acho que a dificuldade é porque Marina é oposição e acho que o empresariado, de alguma maneira, ficou reticente”, disse.
Nem mesmo a Natura, empresa de cosméticos cujo sócio, Guilherme Leal, foi candidato a vice na chapa da ex-senadora em 2010, quis patrocinar o longa, de acordo com a cineasta. Ela também afirmou que entrou em contato com Marina para dizer que a realização do filme seria adiada e que Marina foi “incrivelmente generosa”.
A cineasta disse que a dificuldade para captar recursos se restringe a esse projeto. O que pode provar isso é o fato de que ela começa a filmar em junho a sequência do seu “Pequeno Dicionário Amoroso” (1997), que conseguiu captar recursos e deve ser lançado em 2015.
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