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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Banda municipal do Paulista faz 36 anos e realiza espetáculo gratuito


Quem curte as músicas de Luiz Gonzaga, Tom Jobim, entre outros nomes do cancioneiro nacional, além de temas de filmes, pode acompanhar em Paulista um espetáculo inteiramente gratuito. A Banda Sinfônica Municipal Aristides Borges realiza nesta sexta-feira (11.11), às 16h, um concerto aberto ao público. O evento acontece na feira de artesanato junto ao prédio da prefeitura, na área central do município. Formada por 30 músicos, a banda está completando 36 anos de fundação.
 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Geni e o Zepelim- Chico Buarque De Holanda na voz de Letícia S


Banda Sinfônica do Recife homenageia Dorival Caymmi em concerto

Para seu terceiro concerto do ano, a Banda Sinfônica do Recife resolveu homenagear os 100 anos de nascimento do compositor que melhor soube traduzir o espírito do povo baiano, Dorival Caymmi, incorporando a canção “O Samba da Minha Terra” ao seu repertório. O concerto será às 20h desta quarta (21), no Teatro de Santa Isabel.
Além de Caymmi, a Banda também homenageará o compositor russo Dmitri Shostakovich, tocando sua “Festive Overture” (música-tema dos Jogos Olímpicos de Verão de 1980), e o norte-americano Alfred Reed, apresentando uma versão de sua “El Camino Real - A Latin Fantasy”.
Além dessas homenagens, a Banda também executará canções de Johannes Brahms, Henry Mancini, Afonso Teixeira e Ralph Hermann.
O concerto tem entrada gratuita, e os ingressos podem ser retirados na bilheteria do Teatro a partir das 19h.
SERVIÇO:Banda Sinfônica do Recife - III Concerto Oficial – Temporada 2014Data: Quarta (21), às 20h
Local: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, Santo Antônio)
Entrada franca. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro a partir das 19h
Informações: (81) 3355-3323 / 3355-3324

sexta-feira, 21 de março de 2014

Hermeto Pascoal faz temporada na Caixa Cultural

Tido por muitos como um “bruxo da musicalidade”, o alagoano Hermeto Pascoal vem ao Recife fazer minitemporada na Caixa Cultural, entre os dias 27 e 29 deste mês.
Conhecido por tirar sons de objetos diversos – até dos mais inusitados -, Hermeto traz um espetáculo no qual revisa sua trajetória artística, tendo ao seu lado seis músicos com os quais toca há mais de quatro décadas.
Todas as apresentações acontecem às 20h, com sessão extra no sábado (29), às 17h. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia) e estão à venda na bilheteria do espaço.

sábado, 15 de março de 2014

Best Beethoven


Cantora gospel lança CD em Paulista

O Clube Municipal de Paratibe, em Paulista, recebe neste sábado (15.03), às 19h, o show da missionária e cantora gospel Zoraya Catarine. A artista lançará seu primeiro CD intitulado “Adoração Além Fronteiras”. Além da presença do pastor João Batista, que comanda o Programa Paradão Evangélico, o evento também contará com as participações especiais de outros convidados, entre eles: Grupo Kerigma, Banda Adorart, Banda Libertos por Cristo e os cantores Cássio Gomes, Joase Vieira e Jairinho. O show é aberto ao público e conta com o apoio cultural da Prefeitura do Paulista.

CONTATO:
Zoraya Catarine – Missionária e Cantora gospel – 8174.4707

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Livro retrata encontro de astros do rock

Uma estrela apagada que quase havia desistido da música, um viciado em heroína criador de problemas e um ser andrógino tachado de estranho. O cenário com essas três figuras peculiares poderia ser um bar decadente ou um centro de reabilitação. Mas foi na composição artística e nos palcos que Lou Reed, Iggy Pop e David Bowie se encontraram, nos anos 1970. E mudaram a cara do rock.

Dangerous glitter: Como David Bowie, Lou Reed e Iggy Pop foram ao inferno e salvaram o rock 'n' roll, escrito pelo jornalista inglês Dave Thompson — autor de mais de 100 livros sobre cultura pop —, tem início nos primórdios de um dos períodos de transição do rock, na Factory, de Andy Warhol. O “palco” é o local onde Lou Reed conheceu Nico, engatou rápido romance com a cantora e, sob o apadrinhamento do astro da pop art, criou aquela que talvez seja a banda norte-americana mais influente da história do gênero: Velvet Underground.

O autor, fã confesso de Reed, Bowie e Pop, percorre por toda uma época que presenciou e sobre a qual tanto escreveu. Em 400 páginas, a obra viaja entre Estados Unidos e Europa, retratando a situação da indústria fonográfica do período. Os altos e baixos do trio que dá nome ao livro são retratados e, entre eles, estão os trabalhos em conjunto, a ascensão à fama, o consumo desenfreado de drogas - especialmente por parte de Iggy Pop, cujos abusos o fizeram beirar o abismo de uma overdose -, as relações comerciais com as gravadoras, entre outros fatores.
O mais importante de todos os destaques é a relação dos três. A influência que cada um teve na carreira do outro. Bowie era fã confesso dos dois artistas (e, posteriormente, amigos) e em todas oportunidades falava deles nas rádios, pedia para tocar músicas deles. O britânico produziu o disco Transformer, com a faixa Walk on the wild side, música que estourou Lou Reed de vez, e foi responsável pela mixagem de Raw power, precursor do punk rock, de Iggy Pop. Baseado na dupla, criou o Ziggy Stardust, novo tipo de pop star.

Os três lançaram as bases para inúmeros estilos musicais: glam e punk rock, eletropop, new wave e grunge, para citar alguns, e influenciaram um sem número de artistas posteriores (como, por exemplo, Ramones e Kurt Cobain). A revolução cultural não se limitou à música. Com a salada de cores e androginia presente em vários artistas, sendo o expoente a figura de David Bowie, o jeito de se vestir mudou e, com influência do visual e do ambiente criados por Andy Warhol, os conceitos tradicionais de sexualidade foram postos em xeque.

As carreiras dos três artistas até o momento em que os destinos se cruzam são bem explicadas no livro. Lou Reed no revolucionário (e à época rejeitado) Velvet Underground sob a tutela de Andy Warhol, as tentativas do empresário Tony Defries de fazer Bowie se tornar uma estrela global e as loucuras regadas a sangue nos palcos de Iggy Pop e os Stooges, histórias conhecidas pelo mundo, são assuntos pelos quais o autor passeia.


Dave Thompson lembra das várias entrevistas que fez com Lou Reed e Iggy Pop (nunca com Bowie), além das obras sobre eles já escritas. “Eu já tinha escrito três livros sobre Bowie e há centenas de outros. Existem livros sobre Reed e sobre Iggy. E todos falam da relação entre os três, mas sempre superficialmente, em poucos parágrafos, no máximo um capítulo”, explica. “Eu queria mostrar como Bowie, em particular, era fascinado pelos outros dois e como, enquanto ele criava uma persona de pop star para ele (Ziggy Stardust), ele também estava criando para Lou e Iggy”, emenda. (Guilherme Pera)