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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Alunos da Escola Municipal Maria Luzia participam de feira internacional de ciência e tecnologia no Recife

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Senado aprova Marco Civil da Internet e texto segue para sanção presidencial

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (23), por votação simbólica, o Projeto de Lei do Marco Civil da Internet. Após momentos de embate entre governistas e oposicionistas, a redação final da matéria foi aprovada sem alterações pela unanimidade dos senadores presentes. O texto segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff.
Um dos principais pontos do projeto a proteção da neutralidade de rede está no Artigo 9º, que garante tratamento isonômico para qualquer pacote de dados, sem que o acesso ao conteúdo dependa do valor pago. A regra determina tratamento igual para todos os conteúdos que trafegam na internet. Assim, os provedores ficam proibidos de discriminar usuários conforme os serviços ou conteúdos que eles acessam –- cobrando mais, por exemplo, de quem acessa vídeos ou aplicações de compartilhamento de arquivos.
Outro ponto da proposta garante o direito dos usuários à privacidade , especialmente à inviolabilidade e ao sigilo das comunicações pela internet. O texto determina que as empresas desenvolvam mecanismos para garantir, por exemplo, que os e-mails só serão lidos pelos emissores e pelos destinatários da mensagem, nos moldes do que já é previsto para as tradicionais cartas de papel.
O projeto também assegura proteção a dados pessoais e registros de conexão e coloca na ilegalidade a cooperação das empresas de internet com órgãos de informação estrangeiros. O objetivo é evitar casos de espionagem como o escândalo que envolveu a NSA, agência norte-americana de informações.
O Artigo 19, que limita à Justiça a decisão sobre a retirada de conteúdos, também está entre os principais pontos do projeto. Atualmente, vários provedores tiram do ar textos, imagens e vídeos de páginas que hospedam, a partir de simples notificações.
Os senadores oposicionistas reclamaram da votação antecipada da matéria. Eles queriam discutir mais o assunto e chegaram a apresentar emendas que foram rejeitadas em plenário. No fim, entretanto, votaram a favor do texto final e comemoraram a aprovação do novo marco regulatório. “Infelizmente, o rolo compressor [do governo] prevaleceu. Mas o novo marco da internet é, sem dúvida, um avanço porque mantém a neutralidade da rede, que é uma vitória de toda a sociedade”, disse o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG).
O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), disse que o Brasil dará exemplo ao mundo no que se refere à regulação das relações na internet e ressaltou que a maioria dos países ainda não têm leis tão “maduras” quanto a que foi aprovada no Congresso brasileiro. Ele confirmou que a presidenta Dilma Rousseff deverá apresentar a nova legislação no evento internacional sobre o assunto, NetMundial, que começa amanhã (23), em São Paulo. “O encontro internacional será premiado com a grande legislação que o Brasil oferecerá para o mundo amanhã”, disse o senador.
Braga admitiu que o texto ainda deverá passar por ajustes, que serão tratados em uma medida provisória no futuro. Ela deverá abordar os artigos 10 e 13, especialmente no que se refere a quais autoridades terão permissão de acesso a dados pessoais dos usuários de internet.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Senado deve acelerar votação do Marco Civil

A tramitação do Marco Civil, aprovado na última terça-feira (25), no Senado deverá acontecer de forma mais rápida. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou que a discussão exaustiva do projeto na Câmara dos Deputados é um dos motivos para agilizar a aprovação da matéria. Ainda hoje, o presidente da casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), informou que dará "absoluta celeridade" ao processo para que a apreciação da pauta termine antes do período das eleições.
Em sua análise, Paulo Bernardo disse que, embora tenha aberto mão de alguns pontos como a obrigatoriedade de data centers de provedores de conexão e aplicações de internet em território nacional, considerou o texto do projeto de lei equilibrado e a aprovação excelente. O ministro acrescentou que as dificuldades enfrentadas na Câmara podem facilitar na tramitação da pauta.
O ministro espera que a tramitação no Senado ocorra em até 45 dias, mas segundo Renan Calheiros, a discussão não deve se arrastar como aconteceu na Câmara. O presidente do Senado ressaltou que irá conversar ainda na quarta-feira (26) com o presidente da CCJ, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), para concluir toda a tramitação antes que a pauta seja trancada devido às eleições.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Câmara aprova Marco Civil da Internet

Após cinco meses de polêmica e intensos debates, a Câmara aprovou nesta terça-feira (25) o projeto do Marco Civil da Internet (PL 2126/11). Os deputados aprovaram o texto em votação simbólica. Desde 28 de outubro de 2013, o projeto passou a trancar a pauta da Câmara.
O projeto define os direitos e deveres de usuários e provedores de serviços de conexão e aplicativos na internet. A aprovação abre caminho para que os internautas brasileiros possam ter garantido o direito à privacidade e à não discriminação do tráfego de conteúdos. O texto agora segue para o Senado e, caso seja aprovado lá também, deverá ir para sanção presidencial.
“Hoje em dia precisamos de lei para proteger a essência da internet que está ameaçada por praticadas de mercado e, até mesmo, de governo. Assim, precisamos garantir regras para que a liberdade na rede seja garantida", disse o relator do projeto deputado Alessandro Molon (PT-RJ).
Antes da votação, um grupo de manifestantes entregou ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), uma petição com mais de 340 mil assinaturas a favor do Marco Civil da Internet. Na ocasião, Alves disse que o projeto já estava "amadurecido" para ir à votação.
Entre os principais pontos da proposta estão: a garantia do direito à privacidade dos usuários, especialmente à inviolabilidade e ao sigilo de suas comunicações pela internet. Atualmente, as informações são usadas livremente por empresas que vendem esses dados para o setores de marketing ou vendas.
Agora, os provedores não poderão fornecer a terceiros as informações dos usuários, a não ser que haja consentimento do internauta; os registros constantes de sites de buscas, os e-mails, entre outros dados, só poderão ser armazenados por seis meses. O projeto também define os casos em que a Justiça pode requisitar registros de acesso à rede e a comunicações de usuários.
De acordo com o texto, as empresas não vão poder limitar o acesso a certos conteúdos ou cobrar preços diferenciados para cada tipo de serviço prestado.
Antes da votação, o governo recuou e aceitou alterar alguns pontos considerados polêmicos por parlamentares da oposição e da base aliada. O principal deles é o princípio da neutralidade de rede que assegura a não discriminação do tráfego de conteúdos. Após negociação os deputados acordaram que a regulamentação deste trecho da lei caberá a um decreto da Presidência da República, depois de consulta à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI)
Também caiu a obrigatoriedade das empresas provedoras de conexão e aplicações de internet manterem em território nacional estrutura de armazenamento de dados, os chamados datacenters.
A obrigatoriedade havia sido incluída após as denúncias de espionagem do governo brasileiro, por parte dos Estados Unidos, revelados pelo ex-consultor que prestava serviços à Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês) norte-americana, Edward Snowden. Como forma de punição para a violação das comunicações, ficou assegurado no texto que deverá ser “obrigatoriamente respeitada a legislação brasileira”.
“Felizmente, o governo recuou e o relator acatou a sugestão da oposição e retirou do texto a obrigatoriedade de datacenters no território brasileiro”, disse o líder do DEM, Mendonça Filho (PE).
Outro ponto do projeto é o que isenta os provedores de conexão à internet de serem responsabilizados civilmente por danos decorrentes de conteúdos gerados por terceiros. Isso só ocorrerá se, após ordem judicial específica, o provedor não tomar as providências para retirar o conteúdo da rede.
Nesses casos, o projeto determina que a retirada de material com cenas de sexo ou nudez deve ocorrer a partir de apresentação pela pessoa vítima da violação de intimidade e não pelo ofendido, o que poderia dar interpretação de que qualquer pessoa ofendida poderia pedir a retirada do material. Agora, a retirada deverá ser feita a partir de ordem judicial.
Além disso, o relator também incluiu um artigo para prever que os pais possam escolher e usar programas de controle na internet para evitar o acesso de crianças e adolescentes a conteúdo inadequado para a idade. “O usuário terá a opção de livre escolha da utilização de controle parental em seu terminal e caberá ao Poder Público em conjunto com os provedores de conexão a definição de aplicativos para realizar este controle e a definição de boas práticas de inclusão digital de crianças e adolescentes”, discursou Molon.
Após diversas negociações, o governo conseguiu com que os partidos contrários ao marco civil mudassem de ideia. O PPS foi o único partido que votou contra o projeto. O PMDB que era contra a proposta, mudou de opinião e defendeu a aprovação. "Continuo com uma parte do receio de que a internet chegou onde chegou por falta de regulação", disse o líder do partido na Casa, Eduardo Cunha (RJ), que justificou a mudança de postura como fruto de negociações do governo e da alteração de pontos considerados polêmicos no texto. "O PMDB vai se posicionar favoravelmente ao projeto", completou.
A aprovação do Marco Civil da Internet foi vista como uma vitória pelo líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). "Eu acho que é uma vitória porque nós vivemos momentos variados, o mínimo que eu posso dizer sobre esta matéria é que houve tensões. A paciência e determinação em buscar através de um diálogo independente de quem quer que seja, isso é uma grande vitória", disse Chinaglia.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Estados partem à caça do e-commerce

A evolução tecnológica vem mudando a forma de consumir e o reflexo está nos números. Só em 2013, o mercado estima que o comércio eletrônico (e-commerce, em inglês) tenha movimentado R$ 30 bilhões. De olho nesse potencial, os estados sedentos por arrecadação acompanharam a modernidade e atualizaram a sua principal arma para a atração de empresas: a concessão de benefícios fiscais. Tocantins, Espírito Santo, Pernambuco e, mais recentemente, a Bahia reacenderam a guerra fiscal, dessa vez tendo como alvo as empresas que atuam no mundo virtual.
Um mês depois de publicar o decreto de redução ainda mais a alíquota do ICMS de 3%, para 2%, a Bahia já se prepara para receber as empresas de comércio eletrônico. A primeira será a Saraiva.com.br. De acordo com a assessoria de Imprensa, o governo baiano negocia ainda com o Extra.com.br e com as Americanas.com. A medida que busca reduzir perdas geradas pelas atuais regras de recolhimento do imposto, na verdade abre mais um capítulo da guerra fiscal entre os estados.
Pela Constituição Federal, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deve ser recolhido no local onde o produto é despachado, ou seja, onde está instalado o centro de distribuição da empresa. Como a maioria se concentra no Sul e Sudeste, unidades da Federação como Pernambuco resolveram conceder benefícios. Desde novembro de 2010 as empresas de comércio eletrônico varejista que venderem para pessoa física fora do Estado têm crédito presumido de 88,24% do valor do imposto, ou seja, o Fisco recolhe apenas 2% da alíquota.
Mesmo depois de mudar a legislação e reduzir a alíquota do ICMS, Pernambuco se tornou signatário do Protocolo ICMS 21, que foi aprovado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), em abril de 2011. O texto ignora a Constituição e determina que nas vendas efetuadas por meio não presencial (incluindo as vendas no e-commerce) além do recolhimento do tributo no estado de origem do vendedor, deve-se recolher novamente o imposto no estado de destino do comprador. A decisão do Confaz recebeu muitas críticas. Especialistas veem na medida uma situação de bitributação. Por meio de nota, a assessoria de Imprensa da Sefaz-PE confirmou que Pernambuco é signatário do protocolo, entretanto “não regulamentou no âmbito do Estado, tendo em vista os questionamentos jurídicos ao mesmo”.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Relacionamento a um aplicativo de distância

Flertar, paquerar e chegar junto podem ser atitudes bem assustadoras para algumas pessoas, os tímidos que o digam. Mas com as redes sociais e alguns aplicativos, namorar fica mais fácil.
Um dos app mais famosos em dar aquela ajudinha é o Grindr. Voltado para o público Gay, foi lançado em 2009 e tem mais de 4 milhões de usuários em todo o mundo. Ele funciona com uma ferramenta de geolocalização, permitindo com que você saiba onde está o dono de um perfil que você curtiu. Outros como Brenda, para lésbicas, e o Blendr, para heterossexuais, também fazem seu sucesso.
Aqui no Brasil, recentemente foi lançado, para as versões Android e iOS, o Tinder. Além da geolocalização, ele usa os dados do Facebook para conectar as pessoas, e para evitar o constrangimento de levar um “fora”, o aplicativo só permite que você converse com as pessoas que também escolheram o seu perfil. Outra coisa legal do app o Matchmaker, uma ferramenta que permite o usuário virar cupido entres seus amigos.
Fonte: Barbara Brandão, do FolhaPE

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Microsoft admite erro com Windows 8

 A mistura de interface de tablet e desktop proposta pelo Windows 8 pode ter empolgado alguns consumidores, mas desagradou a maioria que já estava acostumada ao visual padrão das versões anteriores do sistema operacional. Na terça-feira (7), a Microsoft reconheceu os erros na sua estratégia de apostar em um visual completamente diferente do sistema operacional, numa estratégia ousada para adaptar o seu produto mais famoso às telas de toque de tablets e notebooks.

A empresa também anunciou que prepara uma atualização para o sistema, prevista para o segundo semestre, em que deve adaptar o sistema para os consumidores que não se adaptaram ao Windows 8. Desde o lançamento do sistema, em outubro, a empresa diz ter vendido 100 milhões de licenças ao todo, o que inclui novos computadores e tablets vendidos com o novo sistema, como também os consumidores que atualizaram seus PCs e notebooks para o Windows 8.
Para especialistas, a substituição do familiar desktop e das barras de tarefas por uma série de "tijolos" personalizados em tela touchscreen foi uma cartada corajosa, mas que confundiu a muitos usuários de PC - que preferiam uma abordagem mais tradicional.
Em entrevista ao jornal Financial Times ontem, a chefe de marketing e finanças da Microsoft, Tami Reller, disse que os "elementos-chave" do sistema operacional vão passar por alterações quando a Microsoft lançar uma atualização do sistema operacional, ainda neste ano.
Em um texto publicado no blog da empresa, Reller disse que a atualização tem o codinome de "Windows Blue" e também servirá para adaptar o sistema operacional à nova geração de tablets e computadores. "Ele (o Windows Blue) vai trazer as últimas inovações para um amplo número de formatos, tamanhos, telas, baterias e desempenho", afirmou ela no site da Microsoft. "A versão atualizada do Windows Blue é também uma oportunidade para respondermos aos comentários dos consumidores, aos quais nós estamos escutando de perto desde o lançamento do Windows 8 e do Windows RT."
Reller não deu detalhes sobre as mudanças que serão adotadas da versão reformulada do Windows 8, mas sites de tecnologia já informaram que a empresa deve trazer de volta o botão "Iniciar" que foi retirado da última versão. A falta do atalho, que ficava no canto inferior esquerdo da tela e dava acesso aos principais programas instalados no computador, é uma das principais críticas de consumidores à nova interface gráfica do Windows 8. O botão surgiu no Windows 95 e foi mantido até a versão mais recente do sistema.
Ao Financial Times, a empresa também admitiu falha por não ter preparado melhor os vendedores para que pudessem reeducar os consumidores para a nova experiência tablet/PC do Windows 8. A empresa também reconheceu erros na estratégia de marketing, que se preocupou em pontuar as diferenças e pontos positivos do novo sistema operacional em comparação ao Windows 7.
"É muito claro que poderíamos e deveríamos ter feito mais", disse Reller ao jornal. Para amenizar o fiasco entre usuários de PC, a executiva afirmou que a satisfação dos consumidores do Windows 8 em dispositivos móveis é forte.
Analistas compararam a estratégia falha ao grande fiasco da New Coke, tentativa de reformulação da famosa bebida Coca-Cola nos anos 1980 - que, pela recepção extremamente negativa dos consumidores, fez a empresa voltar atrás em três meses. "Isto (da Microsoft) é como a New Coke se estendendo por sete meses - só que a Coca-Cola prestou mais atenção", declarou o analista Richard Doherty ao Financial Times.
O Windows 8 foi lançado em outubro do ano passado e foi visto como a grande aposta da Microsoft para concorrer com o sucesso da experiência móvel proporcionada pelo iPad, tablet da Apple.
Em novembro, uma pesquisa feita pela empresa de segurança Avast com 350 mil clientes do seu software de antivírus revelou que cerca de 70% dos usuários de Windows não queria atualizar seu software para Windows 8.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Samsung lança S4 para ganhar espaço frente à Apple

O Galaxy S4, novo smartphone da Samsung, começará a ser vendido esta semana em todo o mundo, para competir com o iPhone 5 e confirmar a vantagem do grupo sul-coreano sobre a Apple.

Apresentado em março no Radio City Music Hall de Nova York, o Galaxy S4 começa a ser vendido na sexta-feira na Coreia do Sul e no próximo fim de semana no restante do mundo, a um preço ainda não informado.

Como o iPhone 5, o S4 não oferece nenhuma revolução tecnológica, mas melhorias que podem ser determinantes na acirrada concorrência entre os 'smartphones' e tablets que também utilizam Android, o programa do rival Google.

Seu predecessor, o S3, teve 41 milhões de exemplares vendidos desde seu lançamento há um ano.

O S4 possui tela de alta definição (5 polegadas, 12,7 centímetros), bateria e máquina fotográfica com melhores recursos, pode reconhecer movimentos oculares para passar as páginas conforme a leitura ou interromper vídeos quando o usuário olha para o outro lado.

"A Samsung entrou em um território desconhecido. As vendas do S4 nos dirão se é capaz de defender sua nova posição" de líder mundial de celulares e 'smartphones', afirma James Song, analista de KDB Daewoo Securities.

No momento, tudo parece favorecer o grupo sul-coreano que prevê anunciar na sexta-feira um aumento de 53% de seus lucros operacionais no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2012 (5 bilhões de euros).

A Samsung vendeu 65 milhões de smartphones nos três primeiros meses de 2013, com uma participação de mercado de 30%, segundo a DRAMeXchange.

Por outro lado, a Apple anunciou na terça-feira a primeira queda de seus lucros líquidos em quase 10 anos. Segundo a DRAMeXchange, foram vendidos 37,5 milhões de exemplares do iPhone, com uma cota do mercado mundial de 15,3%.

A Samsung tirou o primeiro lugar da Apple em 2011 e consolidou seu avanço no ano passado, conquistando cerca de 30% do mercado, contra 19% para o grupo da maçã.

O S3 tinha superado temporariamente o iPhone 4S durante o verão como smartphone mais vendido e a Samsung ironizou abertamente seu rival em uma publicidade onde havia pessoas fazendo fila para comprar o iPhone 5, mas olhando com inveja para o Galaxy S3.

O grupo sul-coreano tem grandes ambições para o Galaxy S4.

O banco CIMB espera que, pelo menos, 70 milhões de unidades sejam vendidas este ano. O Morgan Stanley também tem um "objetivo ambicioso" fixado pela Samsung a seus distribuidores, que deverão fornecer 10 milhões de exemplares por mês, contra 8 milhões de máximo de produção para o S3.

Segundo o Morgan Stanley, o aparelho será proposto a um número recorde de 400 operadoras em 210 países para uma utilização de redes de terceira ou quarta geração (3G ou 4G LTE).

A Samsung, cuja gama é muito ampla, do S4 aos modelos mais baratos nos países emergentes, continua, contudo, longe de Apple em termos de rentabilidade, com uma margem operacional duas vezes maior para o grupo norte-americano.

"A Samsung tem um longo caminho a percorrer antes de se estabelecer como líder duradouro. Nunca teve o gênio inovador de um Steve Jobs", diz James Song.

"Mas Jobs (que morreu de câncer em 2011) já não é mais parte da Apple e a empresa tem dificuldades. Isso poderia ajudar a Samsung a ganhar tempo como líder", acrescenta.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Smartphones da Nokia se encaixam na desoneração

Com a isenção de PIS/PASEP e COFINS nos preços dos aparelhos celulares do tipo smartphone, medida anunciada esta semana pelo Governo Federal, pelo menos sete aparelhos da Nokia entram no pacote. São os modelos da família Lumia, incluindo o Lumia 820 com conexão 4G e linha Asha, segundo informações da marca, todos s fabricados pela Nokia em sua fábrica em Manaus.

os critérios estão dentro do Decreto n° 7891/2013 e da Portaria n° 87/2013 que isentam aparelhos do imposto. A portaria com as especificações técnicas foi publicada pelo Ministério das Comunicações. A redução será de 9.25% no preço final.

"Essa medida é muito positiva para o setor e tem um caráter social. Além de beneficiar diretamente os usuários com a redução de preços, contribuirá coma inclusão digital e o combate à pirataria, inclusive os aparelhos não homologados vêm tomando uma grande parte do mercado de forma ilícita, prejudicando os consumidores e expondo-os ao perigo de usar um produto não testado", revela Carlos Lauria, diretor de Relações Governamentais da Nokia.

Confira a lista dos modelos atuais:

Nokia Lumia 820
Nokia Lumia 720 (previsto para maio)
Nokia Lumia 620
Nokia Lumia 520
Nokia Lumia 710
Nokia Asha 302
Nokia Asha 311

Nova etapa do PNBL exigirá R$ 125 bilhões em investimento


O governo federal estima que serão necessários R$ 125 bilhões em investimentos, nos próximos dez anos, para viabilizar a nova etapa do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL 2.0). Para alcançar a cifra, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, pretende, entre outras medidas, condicionar os leilões da frequência de 700 mega-hertz (Mhz) à instalação de redes de longa distância. A frequência é destinada à instalação de internet móvel com tecnologia de quarta geração (4G).
“Precisamos levantar R$ 125 bilhões nos próximos dez anos, para serem investidos em redes de longa distância, equipamentos, fibras óticas e acessos, além de pessoal. Por isso, nos leilões da frequência de 700 Mhz colocaremos [como condição para uso da faixa] parte da rede de longa distância, em fibra ótica. Estamos convencidos que o governo precisa entrar com dinheiro”, disse hoje (11) Paulo Bernardo após participar de reunião para discutir o PNBL 2.0, com representantes de entidades civis.
O ministro apontou, como referência de contrapartidas e investimentos a serem feitos pelo Estado em infraestrutura de banda larga, os Estados Unidos e a Austrália. “A França, inclusive, anunciou agora um plano para investir € 20 bilhões neste tipo de infraestrutura”, acrescentou.
Outra frente de ações de estímulo ao setor envolve desonerações, a exemplo do que foi feito com os aparelhos de telefone com acesso à internet (smartphones) – que, a partir de hoje, tiveram as alíquotas de Pis/Pasep e Cofins reduzidas a zero.
“A carga tributária sobre as telecomunicações é punk, um verdadeiro absurdo. Dependendo do estado, ela pode chegar a 35% apenas com ICMS, podendo ultrapassar a marca de 50% com outros tributos. O país desonerou automóveis, máquinas e equipamentos. Por que não podemos desonerar telecomunicações? O governo tem de fazer sua parte e desonerar investimentos”, argumentou.
Segundo Paulo Bernardo, depois de desonerar os smartphones, o governo parte para reduzir a carga tributária de conexões máquina-máquina, modems e equipamentos para recepção de internet via satélite. A partir do ano que vem, a desoneração atingirá os impostos federais sobre a fatura de serviço da telefonia rural. 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Samsung revela novo modelo Galaxy S4



NOVA YORK - A Samsung revelou nesta quinta-feira seu novo smartphone, o Galaxy S4, em formato fino e rico em funções, em uma nova ofensiva na guerra pelo mercado dos dispositivos móveis.

O fabricante sul-coreano de aparelhos eletrônicos apresentou o Galaxy S4 de forma teatral no famoso Radio City Music Hall de Nova York, e afirmou que os novos smartphones estarão disponíveis em 155 países no final de abril.

"Para cada um de nós a vida é uma viagem", afirmou o chefe da divisão de comunicações móveis, JK Shin.

"O que queremos é um dispositivo que possa nos ajudar nessa viagem, um acompanhante que nos permita experimentar a vida por completo", acrescentou.

As novidades do dispositivo incluem uma tela de alta definição e 12,7 centímetros, aplicações para melhorar as fotografias e a função de traduzir em nove línguas.

O S4 também é mais fino que seu predecessor e pesa apenas 130 gramas, apesar de ter uma tela maior e melhor bateria.

O novo smartphone promete uma função que permite utilizar as duas câmeras - dianteira e traseira - simultaneamente para fotos ou vídeos que combinam as imagens de ambos os lados.

A função Group Play permite aos usuários do S4 próximos trocar música, fotos, documentos e até trabalhar em grupo. Já a função 'traduzir' analisa áudio ou texto e revela imediatamente o resultado em outro idioma.

Os sensores do S4 junto ao software para a saúde permitem acompanhar exercícios, calorias, batidas do coração e outros fatores de cuidado do corpo.

O dispositivo também é capaz de medir temperatura e umidade para ajudar os usuários a "entender o que passa ao seu redor".

"Atualmente é a estrela da Samsung, repleto de tecnologia, a questão é saber quantas destas funções atrairão os consumidores", disse o analista da Gartner Michael Gartenberg.

A Samsung ressaltou sua central on-line para músicas, livros e vídeos, e a facilidade que o S4 tem para compartilhar vídeos com TVs fabricadas pela companhia.

"Trata-se de um 'ecossistema' da Samsung baseado no Android", explicou Gartenberg.

Samsung é a maior e mais bem sucedida fabricante de smartphones que utilizam o sistema operacional Android. Também é a líder no mercado de smartphones, com 29% das vendas no planeta.

O Galaxy S3 vendeu mais de 40 milhões de unidades no planeta desde seu lançamento, em maio do ano passado.

"Estamos sempre atentos para aprender com as pessoas de todo o mundo sobre que tipo de progressos querem realmente", concluiu Shin.

sábado, 9 de março de 2013

Jovens cientistas usam robótica e tecnologia para ajudar idosos


 Jovens cientistas de todo o país estão em Brasília neste fim de semana para apresentar projetos voltados à melhoria da qualidade de vida de idosos. Depois de meses de estudo em grupo, eles desenvolveram protótipos avançados de tecnologia robótica que pretendem lançar futuramente no mercado.
Os cientistas são crianças e adolescentes com idade entre 9 e 14 anos, que representam colégios públicos e privados de todo o país no Torneio de Robótica First Lego League. Realizado desde 2004, o evento tornou-se referência para os jovens que querem mudar o mundo sem abrir mão do que mais gostam: diversão, tecnologia e interatividade.
Orientados por técnicos e mentores, os adolescentes fazem pesquisa social e tecnológica para desenvolver protótipos que poderiam ter saído de qualquer universidade. Estudantes de um colégio estadual em Santa Rita do Sapucaí (MG) desenvolveram uma dupla de relógios em que a variação de pressão no idoso aciona alarme na unidade que fica com seus filhos ou responsáveis. A localização é enviada por GPS.
“A proposta vai ao encontro da demanda do Brasil por mão de obra qualificada em tecnologia, que está sendo importada. Queremos despertar o jovem para esse mundo”, explica Marcos Wesley, do Instituto Aprender Fazendo. A cada ano, além de torneios que testam a agilidade na operação de robôs, os participantes têm que apresentar projetos voltados para a melhoria da sociedade em que vivem. Neste ano, foi a vez da terceira idade.
No estande de Catalão (GO), estudantes apresentam um relógio diferente para os esquecidos. Os alarmes são programados para avisar sobre remédios e dosagens que devem ser ingeridos. Símbolos substituem os números na opção pensada especialmente para analfabetos. “Pela nossa pesquisa, entendemos que o idoso tem suas limitações, mas quer ser independente”, explica Luiz Dias, técnico da equipe.
O grupo que representa o Rio de Janeiro (RJ) apostou em um mecanismo que lê ondas cerebrais para movimentar objetos. “Pode ser usado para assentos e camas subirem e descerem, ajudando idosos com problema no joelho ou de locomoção”, explicam. Embora todas as ideias pareçam dignas de prêmio, apenas três das 60 equipes disputarão torneios na Europa e nos Estados Unidos.
Envolvido com o projeto há quase dez anos, César Barscevicius, 20 anos, diz que o torneio criou uma nova geração de jovens que vivem pesquisa e tecnologia o ano todo. “O brasileiro se destaca. Por não termos tantos recursos, acabamos usando mais a criatividade”, diz ele, que ganhou campeonato na Europa em 2010.
Todos os estudantes ouvidos pela Agência Brasil disseram que pretendem seguir na área de tecnologia, especialmente pela possibilidade de bons empregos e de “criar coisas novas que não precisam de manual”.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Falta de gravidade debilita o sistema imunológico dos astronautas

As perturbações do sistema imunológico dos astronautas nos voos espaciais, um problema identificado desde as primeiras missões, podem ser atribuídas à falta de gravidade, segundo um estudo de cientistas franceses e luxemburgueses.

"Queríamos saber o motivo do sistema imunológico se debilitar depois das missões espaciais", explica à AFP o professor Jean-Pol Frippiat, da Universidade de Lorraine de Nancy (leste da França), que coordenou o estudo, iniciado em 2005.

"Em um voo espacial há muitas modificações do entorno, muitos fatores de estresse: a microgravidade, a hipergravidade durante a decolagem, choques térmicos, perturbações vinculadas à alternância de dia e noite", afirma.

O problema é observado desde as primeiras missões lunares americanas Apollo, nos anos 1960 e 1970.

Para descobrir qual era o fator determinante, os cientistas enviaram à Estação Espacial Internacional (ISS) ovos de pleurodeles, uma espécie de salamandra.

"Depois reproduzimos em terra cada um destes fatores de estresse, em condições espaciais, com os animais. Em cada oportunidade, estudamos a produção de anticorpos", explicou o cientista.

Ao fim do estudo, os cientistas constataram que apenas a falta de gravidade influencia nos anticorpos, de forma quantitativa e qualitativa.

"Alguns aumentam e outros diminuem", explicou o professor Frippiat.

A fragilidade do sistema imunológico é a razão pela qual os cientistas colocam os astronautas em quarentena antes da decolagem.

Jean-Pol Frippiat advertiu ainda para os riscos à saúde representados pelas viagens longas ao espaço.

"Atualmente, as missões à ISS são de curta ou média duração. Por exemplo, para uma viagem de 10 dias precisamos de 15 depois do retorno para que o sistema imunológico se normalize. Mas não conhecemos os efeitos de uma viagem muito longa ao espaço", observa.

O estudo foi publicado na revista americana The Faseb Journal, em cooperação com cientistas da Universidade de Luxemburgo.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Sony apresenta PlayStation 4 e aposta em conectividade para sair do vermelho


NOVA YORK- A Sony apresentou, nesta quarta-feira (20), durante o evento "PlayStation Meeting 2013", em Nova York, o PlayStation 4, novo console da marca que será lançado no Natal e trará várias inovações com relação às versões anteriores. A empresa japonesa informou que sua nova concepção de lazer interativo traz as seguintes características: jogo na nuvem, mobilidade e interação entre jogadores.
Sendo assim, o PS4 se integrará a smartphones, tablets e ao PlayStation Vita, com o qual compartilhará os games mediante "streaming" graças ao modo "remote play". Além disso, será possível acessar jogos na nuvem.
O novo console terá memória RAM de 8GB, a arquitetura de um computador "superpotente" e memória interna HDD, informou o diretor-executivo da Sony Computer Entertainment, Andrew House. A companhia, porém, ainda não precisou se o Play4 terá leitor de Blu-ray nem deu informações sobre sua capacidade, forma, cor e preço.
Nesta quarta-feira, a Sony apresentou o seu controle sem fio, o "DualShock 4", que inclui uma superfície táctil e o botão "compartilhar" para gravar, transmitir em tempo real e postar nas redes sociais - Facebook e Ustream foram as duas únicas plataformas mencionadas - vídeos das partidas. Uma barra com duas câmeras detectará sua posição real.
Enquanto estiveram jogando, os usuários poderão fazer videoconferências e participar de chats com seus contatos. Outra novidade é que, à medida que o usuário consumir mais conteúdo, o console conhecerá os seus gostos e irá sugerir novos games que poderão ser acessados na nuvem.
O Play 4 é uma grande aposta da Sony, que lançará um novo console após sete anos para tentar interromper a série de quatro anos fiscais no vermelho.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Brasil quer lançar satélite com foguete nacional até 2021


BRASÍLIA – Assistir à televisão, conferir a previsão do tempo, falar ao telefone e até receber alertas por causa de chuva são atividades comuns que se tornaram possíveis graças aos satélites. Os três últimos colocados em órbita pelo Brasil - chamados Cbers, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, do inglês China-Brazil Earth-Resources Satellite - foram lançados de base chinesa.
No ano em que o acidente na Base de Alcântara completa 10 anos, o país divulga o seu quarto programa espacial. O desafio é lançar até 2021 um satélite desenvolvido no Brasil, acoplado a um foguete nacional, a partir de um centro de lançamento próprio.
Enquanto o plano ainda não for possível, o Brasil se prepara para colocar em órbita mais um satélite de uma base chinesa, o Cbers-3. O lançamento estava programado para o fim do ano passado, mas foi adiado para o primeiro semestre deste ano porque conversores comprados nos Estados Unidos apresentaram falhas nos testes finais.
O Cbers-3 será o primeiro da família de satélites sino-brasileiros a integrar uma câmera para satélite 100% desenvolvida e produzida no Brasil. A câmera vai registrar imagens para o monitoramento de recursos terrestres. Já foram lançados os Cbers 1, 2 e 2-B.
Brasil e China são parceiros na área espacial desde 1988, quando iniciaram a cooperação para o desenvolvimento do Programa Cbers. O objetivo é implantar um sistema completo de sensoriamento remoto de nível internacional, no qual satélites sejam responsáveis pelo monitoramento de desmatamentos, da expansão urbana e da agropecuária.
Para fortalecer o Programa Espacial Brasileiro, em 2013, haverá mais ações voltadas para a formação de pessoas na área aeroespacial, entre elas, enviar estudantes brasileiros, por meio do Programa Ciência sem Fronteiras, para se especializarem em países já desenvolvidos na área espacial e, também, trazer especialistas desses países para o Brasil.
“Dessa forma, um dos grandes gargalos de nosso programa espacial, a falta de mão de obra especializada, começará a ser sanado”, explicou o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

IBM coloca supercomputador para trabalhar no tratamento do câncer

A IBM colocou para trabalhar na luta contra o câncer seu supercomputador Watson, no que descreveu como o primeiro programa comercial deste tipo a usar "dados maciços" com o objetivo de ajudar pacientes que sofrem da doença.

A gigante americana da informática revelou a iniciativa na semana passada, juntamente com a seguradora WellPoint e o centro de tratamento do câncer Memorial Sloan-Kettering, de Nova York.

O supercomputador peneirou 600 mil amostras médicas, além de 2 milhões de páginas de 42 publicações médicas e testes clínicos de pesquisas oncológicas.

Isto pode acelerar a forma como os dados são analisados, para se realizar um melhor diagnóstico e tratamento", explicou Craigh Thomson, presidente do centro Sloan-Kettering.

"Podem se passar anos até que as últimas novidades em oncologia alcancem todos os centros de saúde", assinalou. "A combinação de tecnologias transformadoras encontradas no Watson com nossas análises sobre o câncer e o processo de tomada de decisões tem o potencial de revolucionar o acesso à informação para o tratamento do câncer em comunidades de todo o país e do mundo."

A IBM anunciou pela primeira vez seu projeto de trabalhar com a WellPoint em 2011, e, no ano passado, começou a receber dados deste centro de pesquisas nova-iorquino especializado na doença.

A primeira aplicação trabalhará com 1.500 casos de câncer de pulmão, para os quais médicos e analistas treinam Watson para extrair e interpretar notas físicas, resultados de laboratório e pesquisas clínicas.

O Maine Center for Cancer Medicine e o Westmed Medical Group são os dois centros que irão testar o serviço e repassar sua avaliação a WellPoint, IBM e Memorial Sloan-Kettering.

"O trabalho da IBM com a WellPoint e o Memorial Sloan-Kettering representa um marco em como a tecnologia e medicina baseada em evidências podem transformar a forma como se pratica o atendimento médico", disse Manoj Saxena, da IBM.

"Estas capacidades inovadoras são as primeiras de uma série de tecnologias baseadas no Watson, que exemplificam o valor de se aplicar dados em massa e análises à computação cognitiva, para se enfrentar os maiores desafios da indústria."

O programa é comercializado com o nome Interactive Care Insights for Oncology.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Tablets se transformam em violões nos prêmios MidemLab, em Cannes

Um aplicativo que permite transformar o tablet em um violão para aprender a tocar suas cordas conseguiu nesta segunda-feira (28) um dos três prêmios MidemLab, com os quais o Mercado Intercional do Disco e a Edição Musical distingue os empreendedores que souberam unir tecnologia e música. 

"Songful" é o nome do aplicativo desenvolvido pela instruMagic, que pede que o usuário toque os acordes corretos de canções pré-carregadas e que levou o prêmio na categoria de "Criação, recomendação e descoberta musical". 
Na categoria "Marketing e atividade social", o prêmio foi para a "Jampliy", uma página que busca ampliar a base de seguidores de um artista transformando os fãs nos principais vendedores de suas criações e novidades, fomentando sua capacidade de viralização para outros potenciais admiradores.

Por último, o prêmio na categoria "Serviços ao consumidor e monetarização do conteúdo" foi para "Stageit", uma plataforma que permite realizar shows improvisados, "em qualquer parte e em qualquer momento", através de webcams.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Pesquisa mostra supremacia do Android frente ao iOS

O Android, sistema operacional móvel da Google, domina o mercado mundial de smartphones, onde constitui um "duopólio" com o software da Apple, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira pela empresa Strategy Analytics.

Um recorde de 92,1% dos 217 milhões de smartphones vendidos no quarto trimestre funcionam com Android ou com o sistema operacional da Apple, o iOS, considerou a empresa.

"A indústria dos smartphones em todo o mundo se transformou de fato em um duopólio, já que a demanda dos consumidores se polarizou em torno dos modelos de consumo massivo do Android e dos designs premium da Apple", disse Scott Bicheno, analista da Strategy Analytics.

O Android registra o maior crescimento: o software, utilizado por vários fabricantes de telefones, dos quais a Samsung lidera o mercado, viu quase duplicar em um ano o número de aparelhos que o empregam, passando de 80,6 a 152,1 milhões de unidades vendidas, elevando sua parcela de mercado a 70,1%.

No mesmo período, o iPhone da Apple viu suas vendas passarem de 37 a 47,8 milhões de unidades, o que representa uma parcela de mercado de 22% no quarto trimestre.

No total de 2012, a parcela de mercado de Android foi de 68,4% e a da Apple, de 19,4%.

"O Android é claramente o líder indiscutível em volume do setor dos smartphones neste momento", disse o diretor executivo de Strategy Analytics, Neil Mawston.

"O desafio do Android para 2013 será defender sua liderança, não só frente à Apple, como também frente a uma onda emergente de competidores sedentos, que inclui a Microsoft, Blackberry, Firefox e Tizen".

A Microsoft redesenhou seu sistema operacional Windows com a esperança de se lançar novamente no mercado de telefonia móvel.

Já o Research in Motion (RIM), o fabricante canadense do Blackberry, arrisca sua sobrevivência com uma nova gama de telefones e um novo sistema operacional que será lançado esta semana.

A Fundação Mozilla anunciou na semana passada dois smartphones projetados para permitir aos desenvolvedores testar seu novo sistema operacional móvel o Firefox OS.

Além disso, o Y Tizen, um projeto baseado no software de código aberto Linux, está sendo desenvolvido por vários grupos eletrônicos e operadoras de telecomunicações.