Com arquitetura de estilo neoclássico-gótico, as chaminés têm um grande valor cultural para o município e, principalmente, econômico, como relembra o escritor Amaro Poeta. "As antigas fábricas eram referência no polo têxtil do Nordeste entre os anos de 1907 e 1970. Eram a identidade têxtil que monopolizava a região e tinham como slogan 'além fronteiras'", destacou.Os empreendimentos chegaram a ter mais de 20 mil funcionários. A maior das chaminés possui 65 metros de altura. Por terem sido fábricas particulares, há poucas informações sobre a história delas, explicou o escritor.
"As fábricas encerraram as atividades na década de 70, tentaram reabrir nos anos 80, mas não conseguiram prosperar, pois não acompanharam a modernização das demais fábricas", concluiu Poeta.
O acervo é formado por quatro torres da Companhia de Tecidos Paulista. Três delas estão na Fábrica Aurora e uma na Fábrica Arthur, ambas localizadas na área central da cidade.
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