domingo, 1 de abril de 2012

Servidores atuavam em ações de contrabando

Gravações feitas pela Polícia Federal revelam que o grupo do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, utilizou servidores da Infraero e da Receita Federal para ações de contrabando. As informações são do jornal “Folha de S. Paulo”.
Segundo a reportagem, Cachoeira contatava os servidores, que facilitavam a entrada e saída de mercadorias contrabandeadas no aeroporto de Brasília.
Preso desde o dia 29 de fevereiro, Cachoeira é acusado de comandar um esquema ilegal de jogos caça-níquel.
Um dos citados nos diálogos é Raimundo Costa Ferreira Neto, servidor da Infraero (estatal que administra aeroportos) com sala no terminal.
O outro é Wagner Wilson de Castro, inspetor-chefe da Alfândega da Receita em Brasília, que já foi chamado durante a madrugada para liberar malas do grupo de Cachoeira retidas pela PF.
Ambos admitiram conhecer os investigados pela polícia, mas negaram qualquer irregularidade. O advogado de Cachoeira, Márcio Thomaz Bastos, preferiu não se manifestar.

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