Ganho de flexibilidade, agilidade, coordenação motora e consciência corporal são alguns dos benefícios adquiridos pelos praticantes das acrobacias com o tecido. Além disto, a técnica circense ajuda na correção postural, proporciona aumento da força muscular e melhora a respiração, o reflexo e até a concentração. Ou seja, o tecido acrobático coloca o corpo todo para trabalhar, além de aliviar o estresse.
Em 2007, quando a prática ainda não tinha repercussão nacional (por ser exibida na novela Avenida Brasil, da Globo) a educadora artística Camila Gatis a conheceu melhor. Atualmente, ensina a técnica aérea todos os dias no Clube Alemão de Pernambuco, onde foi instalado tecidos de liganete - com elasticidade suficiente para amortecer impactos, evitando lesões - com comprimento total de 12 metros e largura de 1,40 metro.
A especialista ensina que para o material ser posto em um local é necessário cumprir a altura indicada para a seguraça do praticante. Gatis também aconselha que o praticante tenha sempre alguém ao lado para socorrê-lo em caso de algum acidente. Apesar dos cuidados, ela afirma ser difícil ocorrer quedas, visto que por instinto as pessoas dificilmente largam o tecido.
A professora dá aulas tanto para crianças com idade mínima de nove anos - o recomendado -, como para adultos. “Tenho uma aluna que, por ter dificuldade de dormir, o seu terapeuta indicou a prática. Hoje ela se exercita três vezes por semana, preenche seu tempo e evita o estresse. Dessa forma, ela passou a tomar menos remédios para conseguir descansar”, conta.
De acordo com a psicomotricista Luciana Távora, o tecido acrobático exercita a perseverança, a superação de desafios como medos, ansiedades e insegurança. “E ainda ajuda a respeitar os limites, exercitar a paciência, a concentração e elaboração mental”, relata.
A estudante de enfermagem Liliane Teodósio queria ocupar seu tempo e se exercitar fisicamente, porém é avessa à musculação, então optou por estudar a técnica aérea. “Minha autoestima está melhor, além de um corpo mais tonificado há quatro meses. Ainda me distraio das chateações do dia a dia pensando nos movimentos que estou aprendendo” revela.
Em 2007, quando a prática ainda não tinha repercussão nacional (por ser exibida na novela Avenida Brasil, da Globo) a educadora artística Camila Gatis a conheceu melhor. Atualmente, ensina a técnica aérea todos os dias no Clube Alemão de Pernambuco, onde foi instalado tecidos de liganete - com elasticidade suficiente para amortecer impactos, evitando lesões - com comprimento total de 12 metros e largura de 1,40 metro.
A especialista ensina que para o material ser posto em um local é necessário cumprir a altura indicada para a seguraça do praticante. Gatis também aconselha que o praticante tenha sempre alguém ao lado para socorrê-lo em caso de algum acidente. Apesar dos cuidados, ela afirma ser difícil ocorrer quedas, visto que por instinto as pessoas dificilmente largam o tecido.
A professora dá aulas tanto para crianças com idade mínima de nove anos - o recomendado -, como para adultos. “Tenho uma aluna que, por ter dificuldade de dormir, o seu terapeuta indicou a prática. Hoje ela se exercita três vezes por semana, preenche seu tempo e evita o estresse. Dessa forma, ela passou a tomar menos remédios para conseguir descansar”, conta.
De acordo com a psicomotricista Luciana Távora, o tecido acrobático exercita a perseverança, a superação de desafios como medos, ansiedades e insegurança. “E ainda ajuda a respeitar os limites, exercitar a paciência, a concentração e elaboração mental”, relata.
A estudante de enfermagem Liliane Teodósio queria ocupar seu tempo e se exercitar fisicamente, porém é avessa à musculação, então optou por estudar a técnica aérea. “Minha autoestima está melhor, além de um corpo mais tonificado há quatro meses. Ainda me distraio das chateações do dia a dia pensando nos movimentos que estou aprendendo” revela.

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