A desintegração das famílias
Não se trata de dar lição de moral, de profetizar o apocalipse ou fazer exortações religiosas. O fato, puro, simples e inegável, é este: as famílias terrestres estão se desintegrando. O casamento, elo fundamental na composição da cadeia familiar, é hoje uma instituição praticamente falida. Quando existe, é de uma fragilidade tal que sucumbe ao primeiro pé de vento, desfaz-se com uma facilidade espantosamente irresponsável. Os filhos, quando existem, são as maiores vítimas dessa anarquia – no pior sentido desta palavra. Atualmente, o comum são filhos sem pai e com meia mãe. Sem pai, porque o pai saiu de casa e foi viver com outra mulher (que, breve, também será abandonada, grávida,
Com meia mãe, porque a mãe tem que trabalhar fora para prover o sustento do(s) filho(s) e o seu próprio. Os filhos ficam entregues a algum parente ou, quando isso é possível, a uma instituição pedagógica qualquer, onde possam passar o dia, até que a mãe os recolha, à noite. Uma meia mãe que só atua à noite, por poucas horas e nos dias de folga, quando, estressada e tendo que pôr ordem na casa descuidada durante a semana, não tem tempo e tem pouca ou nenhuma disposição para cuidar devidamente dos filhos.
Ou então, pai e mãe estão juntos, mas ambos trabalham fora, seja para aumentar o orçamento doméstico, seja porque a mulher acha que, para se afirmar, tem que ser igual a um homem, fazendo tudo o que um homem faz (*) e despreza o seu papel de mulher e mãe,
por achar, erradamente, que ser dona de casa, esposa e mãe é um status inferior. O resultado são crianças carentes de afeto, desnorteadas, mal-educadas, revoltadas e, evidentemente, violentas – futuros cidadãos carentes de afeto, desnorteados, mal-educados, revoltados e, evidentemente, violentos. A sociedade será o seu reflexo, tornando-se cada dia mais degenerada.
É provável que não adiante coisa
alguma enfatizar a importância das presenças do pai e da mãe, juntos e em harmonia, na vida de uma criança. Talvez já seja tarde demais para fazer isso. Ademais, existem poucos leitores; a maioria alega não ter tempo nem paciência para ler e prefere textos curtinhos, rápidos e superficiais, tão rápidos e superficiais quanto o fast food que adora. Sim, porque, como dizem, com ar pretensamente inteligente, “Tempo é dinheiro.” Seja como for, o “Você Sabia?” dá aqui a sua contribuição para tentar evitar o trágico naufrágio desse barco do qual todos nós somos tripulantes.
Amor de pai: influência básica na personalidade.
Não importa quantos fatores sociais, diferentes – sejam econômicos, culturais ou religiosos existam entre as pessoas – todos nós temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e
E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que permanentemente. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro
Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança
Amor de mãe: muda o cérebro dos filhos
Inúmeras pesquisas provaram que
nutrir uma criança com amor, desde o início da vida, pode ajudá-la a desenvolver um maior hipocampo, a região do cérebro importante para a aprendizagem, memória e controle do estresse. Estudos realizados com animais mostraram que o apoio maternal precoce tem um efeito positivo no crescimento de um filhote de rato, produzindo células cerebrais e a capacidade de lidar com o estresse. Estudos em crianças, por outro lado, encontraram uma conexão entre as primeiras experiências sociais e o volume da amígdala, que ajuda a regular a memória e as reações emocionais.
Outros estudos também descobriram que crianças criadas em um ambiente de carinho costumam se sair melhor na escola e são emocionalmente mais desenvolvidas. No estudo, filhos criados com amor materno tiveram o hipocampo aumentado em 10% em relação às crianças que não foram tratadas com tanto carinho pelas mães. A investigação sugeriu uma ligação entre um maior hipocampo e melhor memória. “Podemos dizer que os
ambientes psicossocial e doméstico têm um impacto material sobre a forma como o cérebro humano se desenvolve”, disse Joan Luby, pesquisador e psiquiatra na Washington University School of Medicine. “O carinho materno afeta positivamente o desenvolvimento das crianças”.
Conclusão
O Homem, o Pai, é a Energia Positiva (YANG) do Universo. A Mulher, a Mãe, é a Energia Negativa (YIN), oposta e complementar à do Homem. Todo ser humano que nasce na Terra necessita da presença desses dois polos energéticos em sua formação. A ausência de qualquer um deles dá origem a uma criança deformada, aleijada psicologicamente. Um casal (YANG + YIN) é a origem de toda a vida, tanto na Terra, quanto em todo o Universo. Queremos encerrar este artigo com as mesma palavras com as quais
Nenhum comentário:
Postar um comentário