Com a chegada dos novos médicos, a administração municipal recompõe as equipes dos PSFs que estavam desfalcadas desde o ano passado. Algumas unidades, inclusive, chegaram a ficar sem este profissional por quase um ano. Os casos mais graves diagnosticados pela Secretaria de Saúde foram dos PSFs dos bairros do Alto da Roseira, sem médico há 11 meses; de Maranguape II, que não oferece assistência há nove meses; e em Arthur Lundgren II, sem generalista há sete meses.
O gestor aproveitou o evento para pedir compromisso dos que chegam e um trabalho mais humanizado na saúde, principalmente, com os moradores das áreas mais vulneráveis do município. “Durante a campanha, andamos pelos quatros da cidade e fizemos várias pesquisas para saber os setores com os maiores índices de rejeição. Para se ter uma ideia, a saúde apresentou 68% de insatisfação. Por isso, a nossa responsabilidade é muito grande e não podemos falhar”, disse o prefeito.
A chegada dos profissionais ao município é fruto da parceria com o Ministério da Saúde (MS), por meio do Programa de Valorização Profissional da Atenção Básica (Provab). Eles receberão uma bolsa no valor de R$ 8 mil por mês e passam a prestar serviço na cidade por um ano, podendo renovar por igual período. O pagamento será feito pelo MS. A parceria não traz ônus para a prefeitura.
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